
"...Mas depois, o tempo. Sempre o tempo como uma brisa. Uma aragem suave, mas definitiva, a empurrar-me os sentimentos, a deixá-los lá ao fundo e a mostrar-me na dsitância que eram pequenos, muito pequenos e sem valor. E sempre só a solidão. Sempre. Eu sozinho, a viver. Sozinho, a ver coisas que não iriam repetir-se; sozinho a ver a vida gastar-se na erosão da minha memória..."
José Luís Peixoto
1 comentário:
Estou a fazer-te mal.
Desculpa!
Beijo,
Ana
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