domingo, 26 de julho de 2009

Mas depois, o tempo


"...Mas depois, o tempo. Sempre o tempo como uma brisa. Uma aragem suave, mas definitiva, a empurrar-me os sentimentos, a deixá-los lá ao fundo e a mostrar-me na dsitância que eram pequenos, muito pequenos e sem valor. E sempre só a solidão. Sempre. Eu sozinho, a viver. Sozinho, a ver coisas que não iriam repetir-se; sozinho a ver a vida gastar-se na erosão da minha memória..."

José Luís Peixoto

1 comentário:

Anónimo disse...

Estou a fazer-te mal.
Desculpa!

Beijo,


Ana