domingo, 20 de março de 2011
E quando...
E quando eu descobrir o segredo
da neblina cinzenta
que torna a água barrenta
e sem perdão me esmaga o peito
E quando se levantar de repente
a névoa que cobre o rio
que gela tudo de frio
e escurece a corrente
E quando eu apanhar finalmente
o barco para a outra margem
outra que finde a viagem
onde se espere por mim
Porém, terei uma vez mais forças
para enfrentar tudo de novo
como a galinha e o ovo
repetir de desgraças
Longa se torna a espera
na névoa que cobre o rio
lenta vem a galera
na noite quieta de frio
e quando...
Tim
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