quando os instantes de amanhã se acumulam nas
paredes da casa, eu rasgo as páginas onde te escrevo,
porque sei que tudo será desnecessário, tudo será
frágil, quando imagino o sol que não sei se poderei ver,
esqueço as paredes e,
com tanta força,
quero que sejas feliz.
"Amor", José Luís Peixoto
Sem comentários:
Enviar um comentário